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Publieditorial
Cesan investe em dessalinização, reúso e barragem para reforçar segurança hídrica no ES

Como aliar sustentabilidade, saneamento e segurança hídrica? Com esse foco, a Cesan — Companhia Espírito-santense de Saneamento planeja três projetos de curto, médio e longo prazo para reforçar o abastecimento de água no Espírito Santo nos próximos anos.
Entre os investimentos estão a construção da Barragem dos Imigrantes, em Viana; a Estação de Produção de Água de Reúso (EPAR), na Serra; e o projeto de uma usina de dessalinização entre Guarapari e Vila Velha. As iniciativas buscam ampliar a disponibilidade hídrica e reduzir riscos de escassez nos municípios atendidos pela companhia.
Barragem dos Imigrantes
Considerada a maior obra de saneamento básico do estado, a Barragem dos Imigrantes recebe investimento superior a R$ 300 milhões e terá capacidade para armazenar 23 bilhões de litros de água. A estrutura está sendo construída no braço norte do Rio Jucu, entre Viana e Domingos Martins.

“As obras já começaram e a barragem prevê uma reserva de água suficiente para abastecer a Região Metropolitana da Grande Vitória por até seis meses. É uma reserva hídrica que elimina aquelas situações de racionamento conhecidas no passado em função da escassez hídrica”, afirma a diretora de Engenharia e Meio Ambiente da Cesan, Kátia Côco.
A previsão é de conclusão até dezembro de 2027, com início da operação na sequência.
Estação de reúso
A primeira subconcessão do tipo no país está em implantação na Serra, onde a Cesan constrói uma Estação de Produção de Água de Reúso (EPAR). A unidade terá capacidade para transformar 300 litros por segundo de esgoto sanitário em água de reúso destinada ao uso industrial.
Segundo Kátia Côco, a proposta é reduzir a demanda por água potável retirada dos mananciais. “A água de qualidade gerada na estação é adquirida pela indústria. Em vez de utilizar a água potável dos mananciais, ela passa a utilizar essa água tratada, o que contribui para a preservação das fontes naturais”, explica.
O efluente tratado será bombeado de Camburi, em Vitória, até o polo industrial da Serra. A ArcelorMittal já assinou contrato para aquisição de 200 litros por segundo, e a Vale demonstrou interesse em parte da produção.
Usina de dessalinização
Guarapari deve receber uma usina de dessalinização, com capacidade para transformar 1.200 litros de água do mar por segundo em água potável. O projeto é apontado como mais uma alternativa para ampliar a segurança hídrica no estado.
“Guarapari já possui 99% de cobertura de água, mas precisamos de investimentos que garantam reserva hídrica, especialmente por conta da população flutuante durante a alta temporada e feriados. Por isso, foi estruturado um Projeto de Manifestação de Interesse (PMI) para a usina”, afirma Kátia Côco.
A proposta prevê reforço no abastecimento de Guarapari e Vila Velha, com capacidade para atender o aumento da demanda em períodos de maior fluxo turístico. O projeto ainda passará por consulta pública e, posteriormente, deve seguir para concorrência pública internacional para execução das obras.
Texto: Pedro Henrique Oliveira
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